segunda-feira, 6 de março de 2017

A Grécia brasileira

O Rio de Janeiro está no limite. Financeiramente falido. Politicamente abandonado. E às portas de um caos social. Os sinais dessa tragédia anunciada estão por todos os lados. Sem nenhuma estrutura pública funcionando minimamente dentro dos padrões aceitáveis – hospitais largados por falta de equipamentos e pessoal, escolas sucateadas e ruas entregues à bandidagem, carentes de segurança mínima – enfrenta agora o risco de um motim policial por atraso no pagamento. O governo do estado não enxerga alternativas que não seja a de lançar apelos, mendigando ajuda em todas as áreas. Conseguiu que a Força Nacional de Segurança e o Exército desembarcassem lá para dar apoio temporariamente – no máximo até o fim do carnaval – no controle da capital e de cidades vizinhas. Em outra frente, recorreu ao Supremo Tribunal com o objetivo de conseguir a antecipação de créditos de um acordo de empréstimo com a União. Neste caso, sem sucesso. Foi o golpe final para o colapso do Estado. O adiamento por 30 dias, determinado pelo ministro Luiz Fux, para que as partes entrassem em entendimento sobre o desembolso, que é da ordem de R$ 3,5 bilhões, pôs fim às esperanças fluminenses. Despesas que beiram os R$ 4 bilhões devem vencer no período, sem que haja de onde tirar o dinheiro. No total, o buraco nas contas deve alcançar a assombrosa cifra de R$ 62,4 bilhões até 2019. Entre os cariocas, por esses dias, todo mundo comenta o que só as autoridades não querem admitir: a Cidade Maravilhosa ficou insustentável. Virou uma espécie de Grécia em versão brasileira, com muitas dívidas, má gestão e pouca disposição para mudar o que está errado. Medidas de austeridade ninguém quer tomar. O governador Pezão desconversa sobre deliberações acertadas com o Planalto, dentre elas a venda da estatal Cedae, que enfrenta enormes resistências. Os vereadores evitam o assunto cortes e os servidores públicos em geral pressionam por reajustes. Perdidos no descalabro administrativo, cada um deles almeja uma solução divina, como num toque de mágica. Os tradicionais financiadores, Banco do Brasil e Caixa Econômica, hoje temem, com razão, o calote e cortaram a torneira de recursos. O Ministério da Fazenda diz que não há atalhos sem que o Congresso vote mudanças na Lei de Responsabilidade Fiscal. E cada um dos poderes constituídos, a começar pela Procuradoria-Geral da República, o TCU, a AGU, o STF e mesmo o Executivo, avalia que o Rio estourou qualquer limite fiscal, sem capacidade de fazer frente à atual escalada de despesas. Precisa, mais do que nunca, ter seus compromissos monitorados, tal qual faz o FMI com países insolventes. Nesse contexto, resta a dúvida: seria o caso de intervenção federal? A alternativa não está no radar oficial. No campo da Justiça, o que aconteceu na semana passada corrobora de qualquer forma a ameaça que paira sobre o governador de sofrer impedimento. Ele e seu vice, Francisco Dornelles, tiveram a eleição impugnada em primeira instância por irregularidades na campanha. Ainda cabe apelação, mas o caminho de seu afastamento pode estar sendo pavimentado. O antecessor de Pezão, Sergio Cabral, às voltas com laudatórias acusações de desvios, virou réu pela quarta vez envolto em nada menos que 184 crimes de lavagem, denunciado por liderar uma organização criminosa que saqueou o Rio de Janeiro de todas as maneiras, anos a fio. Por essas e outras é que o Estado segue no descalabro econômico, em calamidade, como um mero espectro do esplendor que experimentou outrora.

Interesse crescente do leitor brasileiro por obras fundamentais da literatura motiva lançamento de coleções luxuosas em tiragens limitadas

O fetiche dos clássicos
428
18
UTOPIA, de Thomas More (1516) A obra que descreve o “não lugar” onde vive uma sociedade ideal ganha edição bilíngue em sua primeira tradução brasileira direto do latim (Coleção Clássica Autêntica Editora)
Publicado em 1516, o livro “Utopia”, combina literatura e filosofia ao evocar um “não-lugar” – uma ilha ideal onde a sociedade vive em cooperação pelo bem comum. “Embora nada possuam, todos são ricos”, escreveu o autor Thomas More (1478-1535), inglês que foi advogado, estadista e diplomata. Para celebrar os 500 anos da obra, a primeira tradução brasileira feita diretamente do latim acaba de chegar às livrarias. O volume inaugura a coleção “Clássica 2017” da Autêntica Editora e tem como atrativos a capa dura, o texto bilíngue, a orelha e o posfácio assinados por doutores e um anexo com cartas sobre o impacto do livro à época de sua publicação original (uma delas é assinada por Erasmo de Roterdã). A edição comemorativa de cinco séculos de “Utopia” é um belo exemplo de uma nova tendência de algumas editoras brasileiras: transformar textos clássicos em livros-fetiche.
“Temos visto um despertar do leitor por clássicos. Autores como Dostoiévski e Tolstói passaram a ser mais procurados”, afirma Daniele Cajueiro, diretora editorial da Nova Fronteira. Com um importante catálogo histórico, a editora acaba de lançar os primeiros volumes da Coleção Clássicos de Ouro, que terá 22 títulos até o final do ano. O primeiro lote traz “Retrato do artista quando jovem”, de James Joyce, “Como vejo o mundo”, de Albert Einstein, “História do pensamento ocidental”, de Bertrand Russel (vencedor do Nobel de Literatura de 1950), e ”Memórias de uma moça bem-comportada”, de Simone de Beauvoir.
A escolha foi baseada na experiência da Nova Fronteira com projetos especiais lançados recentemente em parceria com grandes livrarias. Segundo Daniele, em uma dessas edições especiais, o livro de Bertrand Russel esgotou antes mesmo do lançamento. Já a inclusão de Simone de Beauvoir entre os autores da primeira safra da coleção se deve em parte ao sucesso crescente de “O segundo sexo”, livro mais famoso da famosa feminista francesa.
VIDA LONGA
Embora venham conquistando espaço nas livrarias, os clássicos não podem ser considerados best-sellers. Por se tratar de edições luxuosas, que além da capa dura trazem conteúdos extras ao texto original (quase todos já em domínio público), eles chegam às livrarias em tiragens limitadas – o que reforça o apelo de objeto de desejo. Um bom exemplo é “Jaqueta branca ou O mundo em um navio de guerra”, de Herman Melville, autor de “Moby Dick”. A edição que acaba de sair pela Carambaia é de apenas 1.000 cópias, numeradas manualmente.
“O livro clássico pode não ter um pico de venda, mas o interesse por ele se mantém por muito tempo” Rodrigo Lacerda, diretor da coleção Clássicos Zahar
Em cada um deles, a capa traz uma gravura exclusiva, composta segundo uma técnica que usa exposição à luz ultra violeta e reagentes químicos para produzir uma imagem única em cada exemplar. “A regra de ouro o sucesso de um clássico é entender que ele não terá um pico de vendas no lançamento, mas o interesse permanecerá por muito tempo”, diz Rodrigo Lacerda, diretor da colação Clássicos Zahar, que já lançou uma dezena de autores e acaba de publicar uma edição comentada e ilustrada de “A volta ao mundo em 80 dias”, de Jules Verne. Segundo ele, os volumes da coleção, com tiragens entre 3 mil e 5 mil exemplares, visam o público jovem. “Havia uma demanda invisível que agora está sendo melhor atendida pelas editoras”. Tanto assim que o mesmo título de Verne também chega às livrarias pela concorrente Edipro –que adotou o slogan “a editora dos clássicos”.

Com plano a partir de R$ 30, Correios lança sua própria operadora de telefonia



A Empresa Nacional de Correios anunciou nesta segunda-feira (06) o início oficial de operações para a Correios Celular, sua divisão responsável por serviços de telefonia celular. Depois de meses de adiamento, finalmente a MVNO (sigla em inglês para operadora móvel virtual)

A Correios Celular terá seu início na cidade de São Paulo, oferecendo planos em doze agências na capital paulista – Brás, República, Vila Leopoldina, Guaianazes, Itaquera, Mooca, Nossa Senhora da Saúde, Osasco, Penha de França, Santana, Silva Bueno (Ipiranga) e Vila Prudente. A partir disso, o plano da empresa é aumentar seu alcance para 164 agências da região metropolitana de São Paulo até o final de março. A empresa também tem planos de expandir para Belo Horizonte e Brasília, com a meta de chegar a 3,6 mil municípios até o final do ano.

Inicialmente, a operadora trabalhará com apenas um plano para os clientes, oferecendo franquia de 1 GB por R$ 30. Se o limite de dados é atingido, é possível continuar navegando com velocidade reduzida de 32 kb/s. Acessos aos sites dos Correios, Correios Celular e Governo Federal não são descontados da franquia.

Além disso, o plano da Correios Celular conta com WhatsApp grátis, incluindo fotos, mensagens de texto, mensagens de voz e chamadas de voz, uma surpresa já que usualmente as operadoras com pacote de WhatsApp cobram ligações por fora. O pacote de voz na oferta dá 100 minutos de chamadas para qualquer operadora de celular e fixo em qualquer DDD.

O pagamento é feito pelo saldo do usuário, e o plano pode ser renovado mensalmente, contanto que o assinante tenha pelo menos R$ 30 de saldo. Por outro lado, as tarifas avulsas não tem um preço tão amigável: as ligações locais custam R$ 1 por minuto, o megabyte de internet sai por R$ 0,10 e cada SMS custa R$ 1.

Em São Paulo, a Correios Celular opera utilizando a rede da EuTV, que atua usando o nome Surf Telecom e conta com uma faixa de 2,5 GHz na Grande São Paulo. A empresa inicialmente ficará apenas nos planos pós-pagos, mas afirmou que no futuro analisará a viabilidade de pacotes pós-pagos.

De acordo com os Correios, por enquanto a oferta será restrita à venda de chips e planos, e não envolverá aparelhos como fazem outras grandes operadoras no país. A empresa chegou a conversar com distribuidores de aparelhos no país, mas não seguiu adiante nas negociações pois não conseguiu bons acordos. Mesmo focando apenas nos planos, a empresa espera bons números juntos aos clientes. A expectativa é atingir um faturamento de R$ 300 milhões até 2022.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Novas denúncias de corrupção envolvendo Henrique Eduardo ameaçam projeto político da 'Família Alves" para o pleito de 2018.

Novas denúncias de corrupção envolvendo Henrique Eduardo ameaçam projeto político da 'Família Alves" para o pleito de 2018.


O ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB), voltou a ter seu nome citado em casos de corrupção. Desta vez, o líder bacurau foi acusado de ser beneficiário de uma conta na Suiça com saldo de US$ 832.975,98, quantia que equivale a R$ 2,5 milhões. A origem desse montante seria fruto do recebimento de propina, de acordo com a Revista IstoÉ.

Matreiro, Henrique Alves disse que desconhecia a existência da quantia volumosa em seu nome. Por falar nisso, o nome do ex-ministro tem sido constantemente associado a atos supostamente ilícitos, inclusive, sua saída do Ministério do Turismo ocorreu em virtude dele ter sido envolvido em uma série de acusações na Operação Lava-Jato, que motivou seu pedido de demissão em junho do ano passado.

Para alguns analistas políticos, além dos imbróglios jurídicos que virão pela frente, as lambanças de Henrique deverão respingar no projeto político da 'Família Alves', que planeja retomar o comando do Executivo potiguar, através da possível candidatura do atual prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT).

Dizem que, talvez, até os outros membros da "oligarquia Alves" possam ser prejudicados, como o senador Garibaldi Filho e o deputado federal Walter Alves, já que ambos serão candidatos à reeleição nos respectivos cargos que ocupam.

Já no tocante a Henrique Eduardo, a torcida entre os peemedebistas é para que o ex-parlamentar não seja emparedado pela "Lava Jato" de uma forma tão contumaz que o leve à prisão, algo que colocaria em risco a pele de outros caciques em tempos de delação premiada.

Com tantos escândalos envolvendo o sobrenome Alves, fica difícil imaginar a construção de uma candidatura sólida sob a égide do "Aluisismo".

Quem viver... verá!

Ex-prefeito Silveira Júnior deixou um 'rombo' de R$ 165 milhões na Prefeitura de Mossoró


O "rombo" deixado na Prefeitura de Mossoró pelo ex-prefeito Silveira Júnior (PSD) é de R$ 165 milhões.
Os números foram revelados pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP), ao chegar à Câmara Municipal de Mossoró para a leitura da mensagem anual, na tarde desta quinta-feira (2).
Leia reportagem completa na edição impressa do JORNAL DE FATO desta sexta-feira (3).
No bojo da dívida, duas contas chamam a atenção: R$ 9 milhões de consignados; R$ 20 milhões da previdência municipal (Previ).
Ou seja, crime de apropriação indébita. A gestão Silveira recolheu e não repassou às instituições credoras.
A revelação feita pela prefeita deve provocar o Ministério Público Estadual (MPRN) para investigar o destino do dinheiro. Também exigirá tal postura do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN).
Além do "rombo" nas contas públicas, a prefeita Rosalba apresentou a situação de caos na infraestrutura do município, que exigirá da sua gestão muito trabalho para devolver Mossoró à população.

Dilma chama de ‘mentiroso’ depoimento de Odebrecht

Ex-presidente negou que tenha pedido recursos da empreiteira e autorizado pagamentos via caixa dois durante a campanha eleitoral de 2014


ex-presidente Dilma Rousseff reagiu nesta quinta-feira (02) ao depoimento do empreiteiro Marcelo Odebrecht prestado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que ele confirmou o caixa dois na campanha da chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014. Em nota, a petista classificou a informação como “mentirosa” e “um insulto à sua honestidade”, negando que tenha pedido recursos da Odebrecht ou autorizado pagamentos por fora a prestadores de serviços.
“A insistência em impor à ex-presidente uma conduta suspeita ou lesiva à democracia ou ao processo eleitoral é um insulto à sua honestidade e um despropósito a quem quer conhecer a verdade sobre os fatos”, escreveu a assessoria de Dilma. Ela também questionou o fato de as informações virem à tona no mesmo momento em que novas suspeitas recaem sobre os “artífices do golpe de 2016”, referindo-se aos homens fortes do governo Temer.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Imposto de Renda 2017; confira as regras.

Começa às 8h desta quinta-feira (2) o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2017, ano-calendário 2016. O programa e as informações para a entrega dos dados estão disponíveis no site da Receita Federal. Os contribuintes têm até 28 de abril para acertar as contas com o fisco, pela internet, e quem se atrasar terá de pagar multa de R$ 165,74, ou 20% do valor devido – o que for maior. A Receita Federal espera 28,3 milhões de documentos e tomou medidas para agilizar o processo, enquanto mantém a política de apertar o cerco para evitar fraudes e sonegação.

Agora, será necessário informar os Cadastros de Pessoa Física (CPF) de dependentes ou alimentandos com 12 anos completos até 31 de dezembro do ano passado. Esse limite era de 14 anos. Com essa alteração, a Receita pretende eliminar casos de retenção de declarações na malha fina e reduzir os riscos de fraudes referentes à inclusão de dependentes que não existem.

Outra mudança, desta vez, que tende a facilitar a vida de quem é obrigado a declarar o IR, está no uso de apenas um programa para preencher e entregar o documento, o que dispensa o contribuinte de baixar o Receitanet, de envio à Receita. O aplicativo para preenchimento e entrega deve ser baixado no site www.receita.fazenda.gov.br, mas quem tem o programa do ano passado e o utilizou precisará só fazer a atualização. Saiba mais: Saiba tudo sobre declaração de imposto de renda – Patrocinado 

Entra na lista de contribuintes quem recebeu rendimentos tributáveis – como salários, pensões e aluguéis – acima de R$ 28.559,70 no ano passado; quem recebeu rendimentos isentos, como heranças e doações, acima de R$ 40 mil e proprietários de bens que valham mais de R$ 300 mil. Além disso, todos aqueles que tiveram ganhos de capital, aplicaram em bolsa de valores ou tiveram receita bruta acima de R$ 142.798,50 com atividade rural são obrigados a declarar.

Gastos com saúde, como consultas médicas, serviços prestados por dentistas e exames de laboratórios, são dedutíveis do IR. O abatimento não vale, no entanto, para procedimentos estéticos. “Por exemplo, uma cirurgia plástica para corrigir o nariz ou um aparelho ortodôntico para melhorar o sorriso não entram nesse rol”, explicou o vice-presidente de Fiscalização do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Luiz Fernando Nóbrega.

Quem contratou empregado doméstico no ano passado também pode abater até R$ 1.093,77 dos gastos com pagamento ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para despesas com dependentes, o limite é de R$ 2.275,08. Os valores dedutíveis são os mesmos praticados no ano passado. Para o governo, isso significa mais arrecadação; para os contribuintes, mais imposto.

Quem estava isento em 2016 e teve o valor do salário corrigido pela inflação já corre o risco de ter que declarar o IR neste ano. “As faixas de rendimento, que costumam ser atualizadas a cada ano, não mudaram. A explicação possivelmente é ganhar arrecadação”, alertou Nóbrega, do CFC. A última correção ocorreu em 2015 e ficou abaixo da inflação. Em duas décadas, a diferença entre a inflação do período e o reajuste da tabela ficou em 83%. Se tivesse havido reajuste pela inflação do período, só pagaria imposto quem ganha acima de R$ 3.454,66.

O contribuinte pode escolher entre a declaração simplificada e a completa. Após inserir todos os dados, o sistema da Receita já sugere automaticamente a melhor opção, o que torna o trabalho mais fácil. Depois de enviado o documento, é possível corrigir informações, mas sem trocar o modelo escolhido inicialmente. O simplificado é o mais indicado para os contribuintes que não têm dependentes.


EM TEMPO

QUEM DEVE DECLARAR


» Recebeu rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste anual da declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70, como renda do trabalho assalariado, não-assalariado, proventos de aposentadoria, pensões, aluguéis e atividade rural
» Recebeu rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil
» Obteve receita bruta de atividade rural em valor superior a R$ 142.798,50 ou deseja compensar prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2016;
» Realizou em qualquer mês de 2016 alienação de bens ou direitos em que foi apurado ganho de capital, sujeito à incidência do imposto ou operações em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhados
» Teve a posse ou a propriedade de bens ou direitos, em 31/12/2016, inclusive terra nua, cujo valor foi superior a R$ 300 mil
» Passou à condição de residente no Brasil e encontrava-se nessa condição em 31 de dezembro do ano passado

PRAZO PARA ENTREGA

» De hoje, a partir das 8h, às 23h59 de 28 de abril

NOVIDADES

» Será possível atualizar a versão do programa já disponível que foi usado no ano passado, sem a necessidade de baixar o aplicativo no site da Receita Federal. A atualização será automática
» O programa de envio Receitanet foi incorporado ao aplicativo principal, não sendo mais necessário baixar sua instalação em separado
» Quando o contribuinte digitar um nome para um CPF/CNPJ, o sistema vai armazená-lo, facilitando o preenchimento dos campos seguintes da declaração. Trata-se de nomes informados pelo declarante, manualmente ou por meio da importação de dados da declaração
» Remodelagem das fichas Rendimentos Isentos e Não Tributáveis e Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, com abas de rendimentos e totais
» Obrigatoriedade de informar o CPF de dependentes/alimentandos com 12 anos ou mais completados até 31 de dezembro de 2016

» Receita pedirá número de celular e e-mail, mas contribuinte não tem a obrigação de informá-los

  O Bonde do MEC Print Twitter Facebook Messenger WhatsApp