O Prefeito de Patu, Rivelino Câmara, assinou na manhã desta terça-feira (20), "Termo de Doação", do seu salário referente aos meses de DEZEMBRO DE 2018, JANEIRO, FEVEREIRO E MARÇO DE 2019. O valor será repassado à Prefeitura Municipal para que seja aplicado em ações e políticas públicas do município em diversas áreas.
"Foi Ciente da enorme crise financeira que assola os pequenos municípios do País, e conhecedor das necessidades que temos em reorganizar a nossa economia, que tomei tal decisão em favor de Patu", disse o prefeito.
Rivelino lembra ainda que outras sérias e duras medidas, serão tomadas já na próxima semana. "Precisamos cortar na própria carne para enfrentarmos de frente esta que já é a maior crise econômica da história contemporânea", disse.
PS: ESTE É UM ATO DE SERIEDADE, QUE TODOS OS DEMAIS PREFEITOS DEVERIAM SEGUIR, AO CONTRÁRIO, OS DA NOSSA REGIÃO TRANSFORMA AS PREFEITURAS EM EMPRESAS FAMILIARES, CRISE SÓ PARA O POVO.
*Pref.de Patu
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), anunciou na tarde desta quarta-feira, 14, o embaixador Ernesto Araújo como seu futuro ministro das Relações Exteriores. Bolsonaro usou sua conta oficial no Twitter para o anúncio.
“Informo a todos a indicação do Embaixador Ernesto Araújo, diplomata há 29 anos e um brilhante intelectual, ao cargo de Ministro das Relações Exteriores”, escreveu o presidente eleito. “A política externa brasileira deve ser parte do momento de regeneração que o Brasil vive hoje.”
Araújo é diretor do Departamento dos Estados Unidos, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty. Ele concorria ao cargo com outros nomes, entre eles, Marcos Galvão, atual secretário-geral das Relações Exteriores. Durante a campanha, o diplomata criou um blog defendendo as ideias do então candidato do PSL.
Bolsonaro já havia indicado que escolheria um diplomata de carreira para a vaga. O anúncio vem após declarações do presidente eleito terem gerado reações de parceiros comerciais do Brasil. Na semana passada, o governo do Egito adiou, sem previsão de nova data, uma visita oficial que o atual chanceler brasileiro, Aloysio Nunes, faria ao país no último fim de semana. O cancelamento foi uma resposta à intenção de Bolsonaro de mudar a embaixada brasileira de Tel-Aviv para Jerusalém.
A mudança, caso concretizada, significaria um alinhamento brasileiro com Israel e o abandono de uma posição de equilíbrio mantida por décadas pelo Itamaraty. Os países árabes, quinto maior destino das exportações brasileiras, apoiam a Palestina e deixaram clara sua discordância com a medida.






