quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Alves está no poder há 60 anos”, critica programa de Fátima Bezerra na TV

A propaganda eleitoral na TV de Fátima Bezerra (PT) enumerou membros da família Alves que têm participação na política para pregar renovação neste segundo turno, em que a petista disputa o Governo do Estado contra Carlos Eduardo Alves (PDT).
Em uma mensagem exibida logo no início do programa, o médico Alexandre Motta – que foi candidato a senador pelo PT e ficou na sexta posição após obter 242 mil votos – lista nomes desde o ex-governador Aluízio Alves (1961-1966) até Carlos Eduardo e os respectivos graus de parentesco para destacar que a família “está no poder há 60 anos”.
“O ex-governador Aluízio Alves é pai do ex-deputado federal Henrique Alves, que é primo do senador Garibaldi Alves, que é irmão do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Paulo Alves, que é tio do deputado federal Walter Alves, que é primo do vereador Felipe Alves, que é sobrinho do ex-prefeito Agnelo Alves, que é pai do candidato Carlos Eduardo Alves. Ufa! A família Alves está no poder há 60 anos no Rio Grande do Norte. Se você quer mudança, agora todo mundo é Fátima”, afirma Alexandre Motta no vídeo.
O programa desta segunda-feira destacou ainda propostas da candidata do PT para a área da educação, entre elas recuperar estruturas de unidades de ensino, dotar metade das escolas estadual de ensino em tempo integral e reduzir o analfabetismo. Fátima também dedicou boa parte de seu tempo na TV para mostrar sua atuação, enquanto deputada federal, para que o Estado recebesse 19 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia durante os governos do PT.
Fátima terminou o primeiro turno na liderança, com 46,17% dos votos válidos (748 mil). Carlos Eduardo ficou em segundo, com 32,45% (525 mil). *Agora RN

Carlos Eduardo diz que prioridade é pagar salários em dia.





























Em reunião com entidades médicas, nesta terça-feira (16), o candidato Carlos Eduardo (PDT) garantiu que seu primeiro objetivo ao assumir o Governo do Estado será pagar em dia ao funcionalismo público, adotando medidas de equilíbrio financeiro, combatendo desperdícios e promovendo ajuste fiscal, sem demissão de servidores. 

Carlos Eduardo recebeu apoio do presidente do Sindicato dos Médicos, Geraldo Ferreira, que o chamou de "futuro governador" e fez críticas ao PT. "A categoria médica está empenhada em sua eleição e vamos às ruas votar 12 (Carlos Eduardo) e 17 (Bolsonaro para presidente)", complementou o dirigente sindical. 

O presidente da Associação Médica, Marcelo Cascudo e o presidente do Conselho de Medicina, Marcos Lima, também elogiaram a capacidade administrativa do candidato. 

Carlos Eduardo agradeceu aos médicos e disse que governará ouvindo todas as categorias, tendo como ponto fundamental a recuperação financeira do Estado para a retomada do desenvolvimento econômico.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

No RN apenas 6% das cidades têm serviço de mamografia; Pau dos Ferros está entre nove municípios que tem mamógrafos credenciados para o atendimento ao público.




























O Rio Grande do Norte contabiliza apenas nove municípios ofertando serviços de mamografia. Ao todo, são 27 mamógrafos credenciados ao Sistema Único de Saúde (SUS) – incluindo o sistema privado. Natal concentra 24% de toda a oferta de mamógrafos do Estado. A cada quatro equipamentos de exame clínico, um deles está na capital.

Atualmente, o serviço de mamografia está ativo em Natal, Mossoró, Pau dos Ferros, Caicó, Santa Cruz, Currais Novos, Parnamirim, São Gonçalo e Alexandria. As outras duas localidades estão em processo de contratação, segundo a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sesap).

Dos 27 mamógrafos, apenas cinco são capazes de identificar a posição exata do tumor para a realização de biópsia ou a retirada do tumor de forma precisa, que é chamada de estereotaxia. Os outros 22 são mamógrafos de comando simples, que realizam o exame preventivo e o diagnóstico precoce do câncer de mama.

Na capital do Estado, são disponibilizados cinco serviços com mamógrafos simples e dois com estereotaxia, com capacidade para produzir cerca de 135 mil mamografias por ano. De janeiro a julho deste ano foram realizados 16 mil exames, com tempo médio de espera de 30 dias, segundo a Sesap.

Com os atuais 27 mamógrafos credenciado, o Rio Grande do Norte está dentro dos parâmetros.

Acidentes de trabalho matam uma pessoa a cada 15 dias no RN

O Rio Grande do Norte registra uma morte em decorrência de acidente de trabalho a cada 15 dias. Foram notificadas 169 mortes acidentárias no período de 2012 a 2017, segundo levantamento feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).
Além dos danos pessoais, os acidentes de trabalho ocasionam grandes perdas na economia, alerta Benvenuto Gonçalves, presidente da Associação Nacional de Engenharia de Segurança do Trabalho (Anest).
Ele destaca que a Segurança do Trabalho deve adentrar em todas as áreas profissionais. No RN, o setor com mais notificações de acidentes é o de atividades de atendimento hospitalar (11,49%), seguido por confecção de peças e vestuário (9,62%), atividades de correio (4,75%), comércio varejista (4,61%) e construção de edifícios (3,67%).
“A engenharia de segurança do trabalho atua não somente na prevenção e planejamento contra os acidentes em tarefas remuneratórias, mas influi na economia em si. Ainda há essa falta de entendimento por parte dos empresários. Pois, se há um investimento para um ambiente de trabalho seguro, consequentemente haverá menos perdas para a empresa e para a economia do Estado”, afirma o engenheiro Benevenuto Gonçalves.
Nos últimos cinco anos foram registrados 17.839 auxílios-doença por acidente do trabalho no RN. O impacto previdenciário dos afastamentos da localidade foi de R$ 184 milhões.
No Brasil, o Ministério Público do Trabalho registrou mais de 4 milhões de comunicações de acidente de trabalho e 14.412 mortes acidentárias notificadas.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

INSCRIÇÕES PARA O CONCURSO DO BANCO DO NORDESTE VÃO ATÉ  HOJE (15).

Quem pretende trabalhar no Banco do Nordeste tem até segunda-feira, dia 15, para efetuar sua inscrição para o concurso público. Está aberta seleção para os cargos de Analista Bancário, que exige nível médio, e Especialista Técnico – Analista de Sistemas, de nível superior. As provas serão realizadas no dia 2 de dezembro em todos os estados do Nordeste, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Brasília.
As inscrições podem ser feitas no site da empresa organizadora, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos – Cebraspe: www.cespe.unb.br/concursos/banco_do_nordeste_18. O edital com todas as informações da seleção, como os salários e benefícios, está disponível na página.
Os candidatos a Analista Bancário precisam ter concluído o ensino médio até a data da posse no cargo. O mesmo vale para os Especialistas Técnicos – Analista de Sistemas, que devem portar diploma de graduação em Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Engenharia da Informação, Informática, Sistemas de Informações, Tecnologia da Informação, Processamento de Dados, Segurança da Informação, Tecnologia em Telemática ou ter pós- na área de Informática ou Segurança da Informação. 
Resultado de imagem para roubo de celular
Na noite deste domingo (14), por volta das 20h30min, dois meliantes armados, um de camisa rosa e outro branca, pilotando uma moto HONDA CG de cor PRETA, realizaram um assalto na cidade de Rafafel Fernandes que terminou com uma das vítimas baleada na perna.
O assalto aconteceu próximo ao maior posto de combustível da cidade, às margens da BR 405, quando a dupla se aproximou de algumas jovens, anunciaram o assalto e pediram os aparelhos celulares.
Uma das jovens, de apenas 16 anos, foi baleada na perna antes dos maliantes deixarem o local. A vítima foi socorrida para o hospital regional de Pau dos Ferros e estar recebendo os cuidados médicos adequados.
Os meliantes fugiram do local levando 4 aparelhos celulares e a Polícia Militar realiza diligências com o objetivo de identificar e prender os assaltantes.
Se alguém tiver alguma informação que possa ajudar a Polícia, basta ligar anonimamente para o 190 ou 3351-9650. Sigilo garantido! *Cidadão 190

Candidatos ao governo de Estados endividados resistem às privatizações

Os candidatos aos governos dos Estados mais endividados do País chegam ao segundo turno da eleição com discursos que fogem da ideia de recuperação das contas. Em geral, resistem a privatizar estatais e a adotar medidas mais duras de ajuste fiscal e persistem em promessas de campanha que passam necessariamente pelo aumento de gastos. Nem candidatos com programas mais liberais escapam desse receituário.
Atualmente, 17 Estados e o Distrito Federal têm gastos com pessoal acima do permitido pela legislação (60% das receitas) e só 4 devem cumprir neste ano os limites de despesas acertados com o governo federal, segundo apurou o Estadão/Broadcast.
Os Estados em situação fiscal mais grave são Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Desses, o Rio já aderiu ao Regime de Recuperação Fiscal, programa do governo federal que permite a suspensão por três anos do pagamento da dívida em troca de medidas duras de ajuste (incluindo a venda de estatais) Mas o governo fluminense pode acabar saindo do programa, por descumprimento das regras.
Os candidatos ao governo de Minas Gerais e Rio Grande do Sul já acenaram que vão buscar aderir ao regime, para ter garantido o socorro federal. Mas nem todos são favoráveis a um passo considerado fundamental para ingressar no programa: a venda de estatais consideradas “joias da coroa”.
O ex-juiz Wilson Witzel (PSC), que disputa com Eduardo Paes (DEM) o Palácio da Guanabara, chegou a propor a renegociação da dívida do Estado com a União para daqui a 100 anos. O adversário Paes, por outro lado, quer a repactuação das regras do regime de recuperação fiscal para aliviar o aperto. Os dois são contrários à privatização da companhia de água e esgotos Cedae, que enfrenta fortes resistências dos funcionários e do alto comando, que ainda abriga indicados políticos.
Em Minas, Romeu Zema (Novo) prometeu um receituário liberal para aderir ao programa. Disse que poderia vender a companhia de saneamento Copasa e “parte” da Cemig. Já Antonio Anastasia (PSDB) é contrário à venda da Cemig.
No Rio Grande do Sul, o atual governador José Ivo Sartori tenta a reeleição. Para isso, defende a continuidade das negociações que já vinham acontecendo com a União para aderir ao regime, que vai proporcionar alívio de R$ 11,3 bilhões em três anos.
Seu adversário, Eduardo Leite (PSDB), já disse em entrevistas ser favorável à adesão ao programa de recuperação fiscal, desde que o prazo de suspensão do pagamento da dívida seja superior aos três anos previstos em lei e que haja flexibilidade para contratação de novos servidores. Ambos, porém, são contrários à venda do banco Banrisul.
Rombo bilionário em MG
O rombo de quase R$ 12 bilhões nas contas de Minas Gerais no próximo ano centraliza o debate eleitoral no segundo turno no Estado. Romeu Zema (Novo) e Antonio Anastasia (PSDB) se comprometem cortar secretarias e cargos, mas divergem em relação à privatização das principais estatais do Estado, Cemig e Copasa Embora tenha declarado calamidade financeira ainda em dezembro de 2016, o atual governador mineiro – derrotado nas urnas neste ano -, Fernando Pimentel (PT), não procurou o governo federal nenhuma vez para tentar aderir à recuperação, justamente por rechaçar essa contrapartida do programa.
Zema afirmou ao Estadão/Broadcast que fará o que for preciso para aderir ao programa de socorro do governo federal. Garante que as medidas serão avaliadas pela sua equipe econômica – agora comandada pelo economista e ex-presidente do Banco Central, Gustavo Franco – e devem ser tomadas logo no começo de 2019.
A ideia é privatizar, em médio e longo prazos, parte dos serviços da Cemig e da Copasa, abrindo o mercado para a concorrência nos setores de energia e saneamento. “O exemplo disso é a telefonia. Imagine se ainda tivéssemos somente a Telemig?”, afirmou Zema ao Estado.
O senador e ex-governador de Minas entre 2011 e 2014, Antonio Anastasia, não respondeu à reportagem, mas, durante a sua campanha no primeiro turno não fez menção a uma possível adesão ao regime. Em sabatina realizada no primeiro turno, Anastasia foi enfático ao afirmar que a Cemig sempre teve uma administração autônoma em relação ao governo mineiro e reforçou que não tem nenhum intuito em privatizar a empresa. O candidato pleiteia ajuda da União, mas para outras medidas, entre elas a criação de um fundo de previdência estadual. Anastasia também pede mais recursos ao governo federal por meio da Lei Kandir.
No Rio Grande do Sul, o atual governador, José Ivo Sartori, diz que, com o alívio da adesão do Estado ao programa teria fôlego financeiro para pagar os salários em dia, investir em educação, saúde e infraestrutura, caso seja reeleito.
Seu adversário na disputa em segundo turno, Eduardo Leite (PSDB), não respondeu às perguntas da reportagem. Mas seu plano de governo cita a necessidade de renegociar a dívida gaúcha com a União, alongando o prazo de pagamento e permitindo a contratação de novos empréstimos. O plano não cita propriamente o programa de socorro do governo federal, mas o candidato já disse em entrevistas ser favorável à adesão, desde que o prazo de suspensão do pagamento da dívida seja superior aos três anos previstos em lei e que haja flexibilidade para contratação de novos servidores.
Em comum, ambos os candidatos rechaçam qualquer possibilidade de venda do Banrisul, a joia da corroa do governo e da população gaúcha, que é muito apegada ao banco estadual. Aceitam, porém, a privatização de empresas estaduais na área de energia, o que inclui a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) – que precisará de um aporte de R$ 2 bilhões até 2020 se não for vendida -, a Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e a Sulgás.
Revisão de termos
No Rio, os dois candidatos ao Palácio Guanabara no segundo turno – Eduardo Paes (DEM) e Wilson Witzel (PSC) – defendem rever os termos do acordo com o governo federal e se posicionam contra a venda da Cedae. “A Cedae vai permanecer como uma empresa pública, mas podendo trabalhar em determinadas áreas com o setor privado (para ampliar o atendimento)”, disse a campanha de Paes por meio de sua assessoria. Segundo ele, o plano de recuperação “não obriga” o Estado a se desfazer da companhia, mas coloca a Cedae como uma “garantia” caso o Estado não adote as medidas de ajuste. “Mas nós vamos fazer o dever de casa”, afirma Paes.
O projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) colocou as ações da estatal como garantia de um empréstimo de R$ 2,9 bilhões, já contratado e que precisará ser quitado no fim de 2020. Se a venda da Cedae não for concretizada até lá, ou o Estado precisará tirar o dinheiro do próprio bolso, ou a companhia será federalizada – sem que o Rio receba a outra metade do valor da venda.
Witzel também afirma que não dará seguimento à privatização da Cedae no modelo atual, vinculado ao regime. “Vamos abrir o mercado do saneamento para empresas investidoras através de planos de longa duração e com segurança jurídica real”, diz. A campanha do candidato do PSC afirma ainda que vai fazer um “amplo debate” sobre o tema com a sociedade para ter uma “decisão definitiva”.
Tanto Paes quanto Witzel defendem ainda renegociar os termos do socorro dado pela União, que obriga o Estado a adotar medidas de ajuste em troca da suspensão do pagamento das dívidas por até três anos. Eles também falam em preservar os salários dos servidores públicos. Recentemente, reajustes salariais aprovados pela Alerj precisaram ser suspensos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) diante do risco de o Rio ser excluído do RRF (que restringe a concessão de aumentos) e ter de ressarcir R$ 18,8 bilhões à União.
Reverter trajetória da dívida é desafio em SP
Os candidatos que lideram a corrida eleitoral para o governo de São Paulo têm poucas propostas claras para reverter a trajetória elevada de endividamento do Estado. Procurado, o candidato do PSDB João Dória aponta que tomará medidas para incrementar a receita.
“Caso eleito exercerei papel decisivo para influenciar o governo da União a adotar medidas que ampliem a atividade econômica no País, cujo crescimento incrementará a economia paulista e, consequentemente, a arrecadação tributária própria do Estado”, diz Dória, em nota. Ele afirma ainda que o Estado cumprirá “rigorosamente” o Programa de Acompanhamento Fiscal monitorado pelo Tesouro.
Com um alto grau de endividamento, o Estado de São Paulo tem o desafio de reverter a trajetória de comprometimento da receita corrente líquida (RCL) com dívida no próximo ano. Hoje, a dívida consolidada líquida de São Paulo corresponde a 1,67% da RCL, já considerado como zona de alerta.
Ao Estadão/Broadcast, o secretário de Fazenda do Estado, Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, do governo de Márcio França (PSB), o outro candidato na disputa, explica que o governo paulista conseguiu controlar essa proporção entre 2006 e 2014, quando a crise econômica desestruturou as contas do Estado.
A dívida só voltou a cair no fim de 2017, quando a receita começou a reagir. “Em 2015, o Estado sofreu impacto da crise e o endividamento piorou, mais por causa da queda da receita do que do avanço da dívida. O ideal é se voltar a uma trajetória decrescente, ainda que, nos patamares atuais, a dívida seja sustentável”, diz.
Sob controle
O secretário ressalta que, a despeito da dívida alta em valores absolutos, o Estado não tem sua capacidade de pagamento comprometida e consegue gerenciar a dívida. Em 2018, o serviço da dívida paulista foi de R$ 17 bilhões, a maior parte disso relativo à dívida contratual com a União. Parcela menor da dívida diz respeito a investimento, sobretudo pagamento de obras de infraestrutura.
Do lado do gasto com pessoal, o secretário garante que o Estado tem as contas controladas e que não há nenhum reajuste pendente para ser concedido em 2019, ou seja, que ficaria na conta do próximo governo. Hoje, o gasto com pessoal do Estado corresponde a 42,95% das receitas. Ele pondera, no entanto, que o Estado tem um avanço do gasto previdenciário a controlar. No ano passado, o déficit previdenciário, que teve de ser coberto pelo Tesouro estadual, foi de R$ 18 bilhões.

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