O governo federal deve enviar ao Congresso Nacional o valor de R$ 1031 como definição para o salário mínimo de 2020. Ainda assim, a quantia precisa ser regulamentada por lei. O Ministério da Economia confirmou ao Congresso em Foco que isso será feito até o fim de 2019 por medida provisória.
Uma MP tem validade máxima de quatro meses e precisa ser confirmada pelo Congresso Nacional. O mais provável é que o governo considere apenas a inflação como base do reajuste dos salários.
O governo vai apresentar uma MP que precisa ser analisada pelo Congresso no início do ano que vem
O Campus Pau dos Ferros do IFRN comemora com o aluno do Heitor Lopes Fernandes, do 3º ano do curso técnico Integrado em Informática matutino, e demais estudantes, a conquista de medalha de bronze na 15ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, a OBMEP.
Segundo o Professor de Matemática e coordenador da OBMEP no Campus, Rafael Luz Duarte, a escola registrou ainda 12 estudantes que foram reconhecidos com menção honrosa pelo seu desempenho na Olimpíada que movimenta milhões de estudantes de todas as regiões do País.
Heitor comemora: “Participo da Olimpíada desde o Ensino Fundamental. Este ano é a quinta vez que me inscrevo e a terceira vez que sou premiado. (…) A OBMEP é algo que não é obrigatório então você vai acabar competindo com muitas pessoas que gostam de matemática. Estou bastante grato. Você se esforçar por algo que gosta e no final receber um reconhecimento por isso é uma realização pessoal muito grande”, comenta o estudante que afirmou que gosta bastante de matemática.
Nesta edição da Olimpíada o IFRN conquistou três medalhas de ouro, sete de prata e 15 de bronze, além de 159 menções honrosas, totalizando 184 estudantes de 18 campi, incluindo Pau dos Ferros.
O clima do Natal chego e a Prefeitura Municipal de Rafael Fernandes, através da Secretaria Municipal de Assistência Social, preparou uma belíssima decoração que ornamenta o centro da cidade, como também a Av. Egídio Chagas.
"Estamos em festa, pois a nossa cidade revive neste período, os louvores e glórias, a nossa Padroeira Santa Luzia, desta forma é com grande alegria que acolhemos neste clima natalino, todos os devotos(as), que visitam a nossa terra", destaca o prefeito Bruno Anastácio.
Vale salientar que todos das árvores que ornamentam a cidade, são feitas a partir de material reciclável, fruto de uma campanha realizada com a participação dos alunos das Escolas Estaduais, Mano Marcelino, José Ferreira da Costa e a da Escola Municipal Antonio Carvalho de Oliveira, durante a SECARF de 2019. Foram arrecadadas centenas de garrafas pets, contribuindo com a preservação do meio ambiente, e incentivando crianças, jovens e adultos à ideia de reciclar.
Desta forma todo o material seria reutilizado para a confecção das árvores, e o resultado não poderia ser outro, se não beleza, o brilho e o mais importante: uma atitude cidadã para com a cidade, o meio ambiente e o planeta que vivemos.
Aproveite e faça a sua foto em um destes espaços, usando a hashtag: #NatalEmRafaelFernandes nas redes sociais.
Ressaltamos desde então todo o trabalho, empenho e dedicação das Equipes envolvidas neste projeto; Secretaria Municipal de Assistência Social, CRAS, Secretaria Municipal de Obras e Urbanismo, Secretaria Municipal do Meio Ambiente, com créditos das imagens; @neysoncostafotografia.
A Prefeitura de Rafael Fernandes concluiu a obra de pavimentação em trecho da Rua Dom Pedro II, localizada na zona urbana da cidade.
Reivindicação antiga dos moradores, os serviços de infraestrutura executados pela gestão municipal irão melhorar a mobilidade, a qualidade de vida e a valorização dos imóveis nas imediações da referida rua.
Obra importante realizada com recursos próprios do município, cuja conclusão foi vistoriada de perto pelo prefeito Bruno Anastácio, que entregou mais uma benfeitoria administrativa à população.
"Essa é mais uma realização de nossa gestão pensada estrategicamente para proporcionar comodidade à população. Uma obra projetada pela nossa equipe técnica e que foi executa com êxito", frisou o prefeito Bruno.
Marcos Paulo Oliveira dos Santos, 16 — Primeira vítima a ser reconhecida. Estudante, morava no Jaraguá, zona norte de São Paulo. Denys Henrique Quirino da Silva, 16 — Denys morava com a família em Pirituba, zona oeste de São Paulo. O garoto de 16 anos estudava e trabalhava com limpeza de estofados e sofás. Os familiares do adolescente contestam a versão de que ele tenha morrido pisoteado porque, de acordo com eles, o corpo e as roupas do jovem não tinham sinais de pisões ou marcas de sapatos. Dennys Guilherme dos Santos Franca, 16 — Ex-aluno da Escola Estadual José Talarico, no distrito de Vila Matilde, na zona leste, o jovem estudava administração na Unip. Gustavo Cruz Xavier, 14 — Gustavo, a vítima mais nova, também não morava em Paraisópolis. Ele vivia com a família no Capão Redondo, também na zona sul. Segundo o padrinho, Roberto Oliveira, a família havia aconselhado o adolescente a não ir ao baile por questões de segurança. Gabriel Rogério de Moraes, 20 — Gabriel morava em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo. Seu corpo foi reconhecido pelos pais no IML. Mateus dos Santos Costa, 23 — Baiano, morava há cinco anos em Carapicuíba, na Grande São Paulo. Flamenguista, morava sozinho e trabalhava vendendo produtos de limpeza. Luara Victoria de Oliveira, de 18 anos, única vítima do sexo feminino do crime em Paraisópolis. Luara morava com uma amiga após a morte do pai e da mãe e estava desempregada. Bruno Gabriel dos Santos, fez 22 anos no último dia 28, mas resolveu comemorar com os amigos na noite de sábado (30), dia em que ocorreu a chacina. Eduardo da Silva, 21 anos, era morador do bairro Cidade Ariston, em Carapicuiba, na região metropolitana de São Paulo, morava com a mãe, o pai, uma irmã e o filho. Ele trabalhava com o pai em uma oficina de carros e nunca teve nenhum envolvimento com a polícia.
Detecção de casos de Aids no Rio Grande do Norte cresce 81,7%; índice é o maior do país — Foto: Getty Images via BBC
Dados do boletim epidemiológico do Ministério da Saúde apontam que o número de detecção de casos da Aids no Rio Grande do Norte cresceu 81,7% entre 2008 e 2018. É o maior incremento no país. Segundo o levantamento, foram 20,9 detecções a cada 100 mil habitantes no ano passado; 10º lugar entre todos os estados brasileiros. Em 2008 este índice era de 11,5 casos.
Os dados foram divulgados na última sexta-feira (29). A média potiguar está acima da nacional, que é de 17,8 casos a cada 100 mil pessoas. Segundo o boletim, o Rio Grande do Norte teve aumento de 45,8% no coeficiente de mortalidade padronizado da Aids entre 2008 e 2018. O índice passou de 2,4 por 100 mil habitantes para 3,5. Foi o maior aumento da região Nordeste. A nível nacional, ficou apenas atrás do Acre, que aumentou 100%.
De 2007 a junho de 2019 foram notificados 2.696 casos de HIV no Rio Grande do Norte segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) do Ministério da Saúde. Na região Nordeste, Piauí (1.898), Sergipe (2.071) e Paraíba (2.439) tiveram menos registros que o RN.
De acordo com Monica Bay, médica e professora do departamento de infectologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), são vários os fatores envolvidos no aumento de detecção de casos no estado.
Para a especialista, as pessoas estão mais atentas e buscam mais serviços de saúde, mas a redução em campanhas educativas, como a extinção de redes sociais do Ministério da Saúde voltadas exclusivamente para alertar sobre o HIV, dificultam a comunicação sobre o vírus. “Quanto menos informação, mais vulneráveis as pessoas estão. A gente não fala sobre a doença. Consequentemente as pessoas se previnem menos”, alertou.
Cuidados específicos
Monica acredita que as greves dos profissionais da saúde são um agravante ao acesso a atendimento em locais que são referência, como o Hospital Giselda Trigueiro, na Zona Oeste de Natal. “Pessoas que tiveram casos diagnosticados não conseguiram acessar serviços específicos por causa das paralisações. Um paciente que recebe tratamento e que tem o vírus HIV controlado não o transmite a outra pessoa”, disse.
Ela cita que métodos de prevenção como a Profilaxia Pré-Exposição, que consiste em um comprimido que impede que o vírus causador da Aids infecte o organismo antes de a pessoa ter contato com o vírus, e a Profilaxia Pós-Exposição, o uso de medicamentos para reduzir o risco de adquirir infecções, deveriam ser melhor divulgados. “Precisamos de mais informação para a população sobre as formas de prevenção, que não é apenas com a camisinha”, observou.
De 2000 a 2018 o relatório aponta que foram 1.073 casos de gestantes infectadas pelo HIV no RN. Apenas Piauí (976) e Sergipe (1.001) tiveram menos mulheres grávidas com o vírus na região Nordeste no mesmo período.
A infectologista descreveu como frágeis os cuidados com as gestantes no estado, principalmente na transmissão vertical, quando a gestante que possui o vírus transmite o HIV para o bebê. “Elas precisam de cuidados especiais para evitar a transmissão do vírus em momentos como a gravidez, parto ou amamentação”, relembrou.
Em nota, a Secretaria da Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Sesap) disse que não faz campanhas e que o papel do estado é apoiar as ações dos municípios e ajudar, por exemplo, em capacitações.
A Sesap informou que 7.492 pacientes realizam tratamento para HIV/Aids em 14 Serviços de Assistência Especializada (SAE) existentes em Natal, Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu, Santa Cruz, São Paulo do Potengi, Caicó, Mossoró e Pau dos Ferros. *G1 RN