segunda-feira, 6 de agosto de 2018

PSB decide não apoiar nenhum candidato a presidente

Por aclamação e sem abstenções, o PSB decidiu neste domingo (5), em convenção nacional, não apoiar formalmente presidenciáveis na disputa eleitoral de outubro ou fazer coligações com outros partidos. A aposta é que, com esse formato, o partido consiga emplacar os dez nomes do PSB que disputam governos estaduais, além dos 11 candidatos ao Senado pela legenda. Com essa decisão, a legenda pretende formar alianças de centro-esquerda com orientação para uma agenda progressista nas disputas regionais.
O partido chegou a analisar a proposta apoiar Ciro Gomes, que teve nome aprovado pelo PDT no primeiro dia de convenções (20 de julho), mas a iniciativa foi derrotada.
Na prática, haveria um acordo com o PT para apoiar candidatos do PSB em, pelo menos, quatro estados – Pernambuco, Amapá, Amazonas e Paraíba – além da possibilidade de inclusão de Tocantins. Em contrapartida, o PSB daria apoio aos petistas que disputam os governos do Acre, da Bahia, do Ceará e do Rio Grande do Norte. Neste formato, os socialistas teriam liberdade ainda para alianças com outras legendas como o PDT, buscando o fortalecimento da base nos estados.
A legenda chegou a cogitar candidatura própria para Presidência, mas que foi inviabilizada em maio, quando o então nome apoiado pelo PSB – o de Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF – anunciou que não disputaria as eleições.

Disputas internas

Enquanto a votação sobre o apoio ou não a um presidenciável foi tranquila, as discussões sobre as divergências nos estados esquentam o debate. Desde o momento do credenciamento, cartazes, faixas e gritos de protesto e de ordem de diferentes correntes do partido nos estados – como Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde a escolha de candidatos foi marcada por fortes divergências – sinalizavam qual seria a temperatura da convenção. O primeiro recurso a ser votado foi em relação à candidatura de Márcio Lacerda, em Minas Gerais, que, por decisão da presidência do partido acabou sendo anulada.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018


Os diálogos para composição de uma aliança nacional entre a REDE Sustentabilidade e o Partido Verde (PV) avançaram ontem, 02 de agosto. A possível coligação entre os dois partidos foi tratada em encontro do porta-voz Nacional da REDE, Pedro Ivo Batista, e do coordenador executivo da legenda, Bazileu Margarido, com o presidente Nacional do PV, José Luiz Penna, e o ex-deputado Eduardo Jorge, em São Paulo.
O convite para composição de uma aliança com a REDE foi realizada no último sábado, dia 28, durante a convenção do PV. Pedro Ivo ressalta que o convite foi motivado pela confluência programática que existe entre as duas legendas. “As alianças realizadas pela REDE são programáticas. Por isso, o convite feito ao PV, que, assim como nós, acredita na implementação de uma nova política no Brasil e prioriza a implementação de um projeto sustentável e participativo”, afirma.
As convenções que homologarão as candidaturas de Marina Silva (REDE) e Eduardo Jorge (PV), presidente vice, respectivamente, acontecerão neste sábado, 04 de agosto, em Brasília.
O Tribunal Regional Eleitoral do RN (TER/RN) elogiou a iniciativa da Assembleia Legislativa potiguar pela elaboração da cartilha “Condutas Vedadas aos Agentes Públicos – Cartilha Orientadora para os mandatários do Poder Legislativo nas eleições de 2018”. A deferência foi feita em sessão da Corte Eleitoral e protocolada em ofício assinado pelo juiz federal Francisco Glauber Pessoa Alves.
No documento, o magistrado parabeniza a Assembleia Legislativa pela confecção da cartilha, que teve como base a Lei n. 9.504, de 30 de setembro de 1997, que estabelece normas para a realização das eleições, com vedações aos agentes públicos. O juiz Francisco Glauber ainda qualificou como relevante a iniciativa da Casa.
A cartilha, elaborada pela Procuradoria-Geral da Assembleia, foi disponibilizada no site da Casa e em formato impresso. Trata-se de um guia para os servidores públicos e cidadãos capaz de evitar condutas vedadas pela Justiça Eleitoral durante os períodos de pré-campanha e de campanha. O material pode ser acessado aqui.

Segunda suplente de Antônio Jácome é a primeira dama de Parnamirim

A primeira-dama de Parnamirim, Alda Leda Taveira, filiada ao MDB, foi confirmada como segunda suplente do deputado federal Antônio Jácome (PODEMOS) em sua pré-candidatura ao Senado Federal.
Jácome fez o convite à esposa do prefeito Rosano Taveira (PRB) na manhã desta sexta-feira, 3, em Parnamirim. Anteriormente, Alda Leda havia dito que não tinha intenções de disputar qualquer cargo público, mas ao consultar amigos e familiares, a primeira-dama resolveu aceitar o pedido de Jácome.
Professora e assistente social em Parnamirim, Alda é idealizadora do movimento social “Parnação”, que auxilia projetos sociais e pessoas em situação de vulnerabilidade
A assessoria do deputado federal Antônio Jácome ainda não confirmou quem será o primeiro suplente.

Ótima opção para Deputado Federal

 
Raimundinho Duarte (pré-candidato à deputado federal)

Raimundinho Duarte, que já foi vereador e vice-prefeito por duas vezes do Município de Lucrécia/RN, vai disputar uma vaga na Câmara Federal. Raimundinho tem muitos serviços prestados a população do Oeste Potiguar (na saúde, por exemplo) e como deputado federal quer expandir esse trabalho ao resto do Estado. 
Num vídeo publicado nas redes sociais ontem, dia 02 de agosto, o governador do RN, Robinson Faria (PSD), afirmou que a aposição do estado moveu céus e terra e fez de tudo para que ele não conseguisse recursos financeiros para botar os salários dos servidores em dia.
“Vários ministros me contaram que, quando eu saía por uma porta, com o deputado Fábio, eles entravam por outra para que o TCU não liberasse o dinheiro da folha de pagamento”, declarou Robinson, em tom de desabafo.
Ele acrescentou que o objetivo e a ânsia dessa turma era destruí-lo politicamente como, também, todas as categoria profissionais potiguares.
Veja o vídeo:    

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Ana Amélia, do PP, diz que não há ainda definição sobre ser vice de Alckmin

A senadora Ana Amélia (PP-RS) disse na manhã desta quinta-feira, 2, que ainda está avaliando a possibilidade de ser vice na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB). Houve sondagens para que a senadora ocupasse o cargo.
Ao serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, ela disse que uma crise de hipertensão na semana passada a fez refletir sobre a questão e que ainda precisa conversar com seu médico para avaliar a possibilidade. Ana Amélia participa da convenção nacional do PP, na Câmara dos Deputados em Brasília.
A senadora passou mal durante visitas a municípios na semana passada no Rio Grande do Sul. Por coincidência, diz ela, estava justamente em um hospital quando sua pressão subiu e ela acabou passando uma noite internada.
“Foi uma agenda muito intensa com 45 municípios em 10 dias”, disse. “Um cargo de vice, você tem de avaliar se tem condições, competência e se está habilitada para isso”, afirmou. A parlamentar lembrou que nas ultimas décadas ao menos três vice-presidente assumiram o cargo no Brasil. “Vice não é mais uma figura decorativa no Brasil”, disse. Ana Amélia afirmou que ia conversar com seu o médico ainda nesta quinta-feira.

  O Bonde do MEC Print Twitter Facebook Messenger WhatsApp