segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Febre Amarela: conheça sintomas, transmissão e vacina fracionada

O Ministério da Saúde anunciou campanha de vacinação contra a febre amarela para os meses de fevereiro e março. Na ação, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia receberão doses fracionadas da vacina. Nos demais estados, onde já existe recomendação de imunização contra a febre amarela, a vacina é ofertada na dose-padrão, de acordo com a rotina de imunização dos postos e outras unidades de saúde.
São Paulo e Rio de Janeiro adiantaram o início da campanha para a próxima semana. A campanha foi convocada para evitar que o surto de casos recentes em algumas regiões se alastre. De julho de 2017 a 14 de janeiro deste ano, o país registrou 35 casos da doença.
A orientação endossada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e adotada pelo Ministério da Saúde é a de que uma dose da vacina é o suficiente para imunizar a pessoa por toda a vida.
Segundo o ministério, os casos estão concentrados principalmente na Região Sudeste e envolve pessoas que vivem na área rural ou que tiveram contato com ambientes silvestre por motivos de trabalho ou lazer.
Veja detalhes da doença e como se proteger:
Sintomas
A febre amarela é uma doença viral que causa dores no corpo, mal-estar, náuseas, vômitos e, principalmente, febre. Os sintomas duram em média três dias. Em alguns pacientes, o vírus da febre amarela ataca o fígado. São as complicações hepáticas que levam as pessoas infectadas a ficar com uma cor amarelada, daí o nome febre amarela. Segundo o Ministério da Saúde, estima-se que em torno de 30% das pessoas que contraem a doença podem morrer, se não forem diagnosticadas precocemente. Por isso, a recomendação é a de que o paciente deve buscar imediatamente atendimento adequado nas unidades de saúde.
Transmissão
A febre amarela não é transmitida de pessoa para pessoa, nem de macaco para seres humanos. Os macacos são os principais hospedeiros do vírus, mas os únicos vetores de transmissão da doença são os mosquitos silvestres Haemagogus e o Sabethes. No meio silvestre, os mosquitos picam o macaco, que depois de infectado pelo vírus pode ser picado por outro vetor e este, por sua vez, transmite para o homem.
No caso da área urbana, a transmissão ocorre pela picada do mosquito Aedes aegypti. O Ministério da Saúde ressalta, no entanto, que a possibilidade de contágio no meio urbano é remota e informa que não há registro de infecção da doença pelo ciclo urbano desde 1942. Com a construção de conjuntos residenciais e condomínios em áreas ecológicas, ambiente onde vivem os mosquitos que transmitem a doença, o risco de transmissão aumenta.
Vacina fracionada
O Ministério da Saúde esclarece que os casos recentes da doença estão localizados em áreas específicas com alta densidade populacional. Para evitar que a transmissão se alastre para outras regiões, a pasta decidiu abrir campanha de vacinação com doses fracionadas. Segundo o Programa Nacional de Imunizações, a dose fracionada é de 0,1 ml, enquanto que a dose-padrão é de 0,5 ml.
O fracionamento ocorre para ampliar a capacidade de imunização da população. O objetivo do Ministério é vacinar 21 milhões de pessoas até o fim de fevereiro, sendo 16,5 milhões com a dose fracionada e outras 5,2 milhões com a dose-padrão.
A dose fracionada será disponibilizada em 54 municípios de São Paulo, 15 do Rio de Janeiro e oito cidades da Bahia. Nos outros estados e municípios, se estiverem na lista de locais recomendados para imunização contra a febre amarela, a população será vacinada com a dose-padrão, disponível no programa de vacinação regular dos postos de saúde.
Estudos comprovam que a dose fracionada não causa reações adversas e tem a mesma eficácia da dose completa. A dose fracionada já foi utilizada pela OMS, na República do Congo, que enfrentou um surto urbano de febre amarela em 2016. O fracionamento permitiu que a organização vacinasse quase 8 milhões de pessoas em apenas 15 dias e interrompeu o surto na área urbana do país.
Quem deve tomar a vacina?
A vacina em dose-padrão pode ser aplicada em qualquer pessoa saudável, a partir dos nove meses de vida. A dose fracionada também é direcionada a pessoas sem histórico de doenças graves, mas só pode ser tomada a partir dos dois anos.
Idosos e pessoas com doenças que alteram o sistema imunológico ou que apresentam alterações hematológicas não podem tomar a vacina sem recomendação médica. Em caso de impossibilidade tomar a vacina, os pacientes devem adotar outras medidas de proteção contra a doença, como uso de repelente, roupas que cobrem todo o corpo, telas nas casas, entre outras formas de evitar contato com o mosquito transmissor.
Quem já tomou uma dose da vacina, mesmo que há mais de dez anos, não precisa reforçar a proteção com outra dose.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

O dedo que aponta para o fim.




No dia 13 de julho do ano passado, o deputado Raimundo Fernandes (PSDB) partiu para o revide. Com o dedo médio (aquele mesmo) apontado para sindicalistas da Saúde que invadiam o plenário da Assembleia Legislativa, ele reagiu a ataques à sua honra e à Casa.
Precisou ser contido pelo amigo de parlamento, deputado Vivaldo Costa (PROS).
Passados alguns meses, o deputado muda de lado, de gestos e de voto. Divulgou e provou esta semana, que não votaria em matérias que viessem a contrariar os interesses do funcionalismo estadual.

O dedo médio (aquele mesmo) já não precisou ser apontado para os servidores/dirigentes sindicais.
A mudança de comportamento e do pêndulo político de um dos mais longevos parlamentares estaduais do RN, que até jocosamente diz que nunca muda, sempre é governo, revela o ocaso da gestão Robinson Faria (PSD).
De 18 mensagens inicialmente apresentadas como pacote de ajuste fiscal, além de mais duas posteriormente acrescidas a esse montante, o governador só conseguiu aprovar oito. Sua maioria folgada no plenário simplesmente se volatizou.
Sumiu.
Experiente, ex-prefeito de São Miguel (sua terra natal), ex-secretário para Assuntos Extraordinários da Prefeitura Municipal de Natal, ex-presidente da Assembleia Legislativa, ex-governador interino do RN e ex-candidato ao Senado Raimundo “Bigodão” sabe das coisas, o caminho das pedras.
Manuseia como poucos a fórmula da sobrevivência política.
O dedo médio (aquele mesmo) em riste, agora aponta noutra direção.
Aposentado do Fisco Estadual, dessa vez ele oferta voz, voto e dedo médio (aquele mesmo) para representar os colegas servidores.
Realmente é o fim, governador.

Aliança entre Garibaldi, Agripino e Carlos Eduardo ganha força para eleições de 2018

Nomes consagrados da política norte-rio-grandense estão fazendo reuniões e participando de atos públicos como bons parceiros políticos há algumas semanas
Os senadores José Agripino Maia (DEM) e Garibaldi Alves Filho (PMDB), além do prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) começam a desenhar uma das alianças mais fortes para as eleições de outubro no Rio Grande do Norte. A aproximação dos três nomes é pública e já está nas redes sociais.
Nas últimas semanas, os senadores têm participado de atos públicos ao lado do prefeito de Natal e marcado presença em reuniões políticas como a que aconteceu no último fim de semana numa casa de praia de propriedade do vice-prefeito da capital, Álvaro Dias (PMDB), em Tabatinga, litoral Sul potiguar, evento divulgado pelo senador José Agripino, em seu perfil no Instagram.
As reuniões entre os pré-candidatos ao Senado e o possível candidato a governador, Carlos Eduardo, também têm contado com a participação de lideranças empresariais do RN como Marcelo Alecrim e Marcelo Queiroz, este último presidente da Federação do Comércio (Fecomércio-RN). Nos bastidores o que se comenta é que os empresários podem ser os nomes para a suplência no Senado.
O Rio Grande do Norte tem três vagas no Senado. Para as próximas eleições estão em jogo as duas vagas ocupadas atualmente por José Agripino e Garibaldi Filho que este ano encerram o mandato atual de oito anos. Fátima Bezerra (PT), mesmo que saia candidata ao governo do RN, foi eleita em 2014 e tem mais quatro anos de mandato.
Vale lembrar que nas eleições de 2016, Marcelo Queiroz chegou, inclusive, a ser cogitado para compor a chapa de Carlos Eduardo à Prefeitura do Natal como vice, mas acabou sendo preterido para dar lugar ao então deputado estadual Álvaro Dias. A presença de Marcelo Alecrim na aliança que vem sendo consolidada, por sua vez, teria também a finalidade de agradar o setor produtivo potiguar, possível apoiador destas candidaturas.
A alta no número de roubos de veículos fez com que o valor dos seguros disparasse no Rio Grande do Norte nos últimos meses. Com o avanço da criminalidade, proprietários de automóveis estão cada vez mais preocupados com a segurança, e como neste caso vale a lei do mercado, com o aumento da procura, os preços sobem.
O corretor Jaques Andrade conta que, na sua empresa, a procura dos clientes por seguros aumentou cerca de 70% em janeiro, com relação ao mesmo período do ano passado. Por conta disso, diz o empresário, as seguradoras reajustaram os prêmios em até 30%.
“Antes, as pessoas se preocupavam mais com batidas do que com roubos, mas a insegurança se tornou uma preocupação maior. Está havendo um aumento geral da procura mesmo tendo havido crescimento nos valores”, ressalta o empresário, que é diretor-secretário do Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor).
Em determinados casos, o aumento foi até maior, e alguns prêmios ficaram 200% mais caros. “A percepção das seguradoras é que o prejuízo está muito acima da média. Os preços estão caríssimos. Houve um caso recentemente na minha empresa de uma pessoa que pagava R$ 1.600 pelo seguro e, quando foi renovar, o valor saltou para R$ 3.600”, afirma o empresário Roberto Máximo, de outra corretora que funciona em Natal.
Os reajustes nos preços dos seguros refletiram diretamente no faturamento das empresas. No ano passado, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), as seguradoras de veículo arrecadaram no Rio Grande do Norte R$ 253,2 milhões, 5% a mais do que no ano anterior. No país inteiro, o volume de prêmios foi de R$ 33,8 bilhões.
Os números mostram uma recuperação do setor, que acumulou perdas significativas em 2016. Naquele ano, as empresas arrecadaram no RN R$ 232,1 milhões, 15% a menos do que em 2015, quando a receita havia sido de R$ 252,6 milhões. A nível de país, a arrecadação de 2016 foi R$ 31,6 bilhões, contra R$ 32,4 bi do ano anterior.
Para calcular os valores dos prêmios, as seguradoras consideram diversos fatores, entre os quais o perfil de quem dirige, o valor patrimonial do bem e, claro, a taxa de risco de ocorrência de sinistro (neste caso, o roubo). “Estamos com este índice alto, e isso influencia bastante. No sistema de seguros, quando a seguradora tem o prejuízo, no outro mês ela tenta tirar o lucro. Por isso, o aumento”, explica Máximo.
O presidente do Sincor, Alderi Moura, diz que o aumento nos preços é inevitável. “As seguradoras têm ficado com um negativo muito forte, os prejuízos estão elevados. Então, isso tem sido repassado para o consumidor. Dependendo de onde o cliente reside, o reajuste sobre o prêmio pode chegar a 30% ou mais”, frisa.
ROUBOS
Dados da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) apontam que, em 2017, foram registrados 4.149 roubos de veículos na Região Metropolitana de Natal. Em todo o Rio Grande do Norte, foram 737 casos registrados apenas em janeiro deste ano. *Agora RN

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Imagem do dia 01 de Fevereiro de 2018.

A 'superlua' é vista perto da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)

Emissão de Identidades e passaportes passam a ser serviço dos Cartórios





























O site do Tribunal de Justiça do RN destaca que para se obter um documento de identificação poderá se tornar mais fácil com a publicação do Provimento n. 66 da Corregedoria Nacional de Justiça (Veja AQUI). 

É que o Diário de Justiça da última sexta-feira (26) publicou a medida administrativa da Corregedoria que permite ao cidadão fazer em cartórios a carteira de identidade e passaporte, condicionado apenas aos respectivos convênios das Secretarias de Segurança dos Estados e Polícia Federal com estes cartórios.

Deixarão de ser obrigados, portanto, a obtenção destes documentos apenas em órgãos públicos. Atualmente, na maioria das unidades da Federação, um cidadão precisa ir até a um órgão público, como as secretarias de segurança pública, para pedir seu RG, como é conhecido popularmente o documento que comprova a inscrição de uma pessoa no Registro Geral.

O primeiro passo para os cartórios auxiliarem o Poder Executivo nos serviços públicos relacionados à identificação é a assinatura de um convênio, que precisará ser firmado entre a associação que representa as chamadas serventias de registro civil de pessoas naturais e o órgão que emite determinado documento.

A secretaria de segurança pública, responsável pelo Registro Geral (RG), e a associação dos cartórios do respectivo estado precisam formalizar essa parceria para facilitar o acesso da população a uma carteira de identidade. No âmbito nacional, a Polícia Federal tem de se conveniar à associação nacional dos cartórios de registro natural para dinamizar o acesso a um passaporte.


Com o Provimento, o corregedor Nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, espera diminuir a burocracia para se obter um documento de identificação. Além de estender a rede de atendimento para os cidadãos, a medida da Corregedoria também amplia o rol de serviços prestados pelos cartórios que atualmente já registram nascimentos, casamentos e óbitos. "A medida possibilita que esses convênios sejam firmados para facilitar a vida do cidadão", disse.

Lusimar Porfírio, Prefeito de São Francisco do Oeste decreta suspensão da taxa de iluminação pública; novo Projeto de Lei será encaminhado ao Poder Legislativo.


A Prefeitura de São Francisco do Oeste publicou, nesta quinta-feira (1º), um decreto que oficializa a suspensão dos artigos 63, 64, 65 e 66 da Lei Complementar nº 212/2017, que dispõe sobre a cobrança da taxa de iluminação pública.

O documento foi assinado pelo prefeito Lusimar Porfírio (PSD) que, em pronunciamento na rádio Metamorfose FM, já havia assumido o compromisso de se reunir com a assessoria jurídica e contábil da municipalidade no sentido de rever a cobrança da referida taxa.

"Como disse no rádio, somos humanos e passíveis de erros. Se erramos, temos a obrigação de buscar soluções para corrigir, e assim o fizemos. Reuni minhas assessorias, buscamos retificar a cobrança da taxa dentro de uma linha ideal para o poder público e, principalmente, para a população", frisou o gestor.

Ainda nesta quinta-feira, o prefeito Lusimar encaminhou ao Poder Legislativo um novo Projeto de Lei com correções relativas às taxas de iluminação dos consumidores Residencial, Comercial e Industrial, além de isentar a cobrança aos moradores da zona rural.

"Já solicitei ao setor responsável que fizesse um levantamento em todas as ruas e sítios do município quanto a necessidade de lâmpadas e acessórios para a manutenção da iluminação pública. Logo após a aprovação do Projeto de Lei encaminhado à Câmara, bem como, tivermos o retorno do recolhimento do imposto, daremos início ao processo licitatório de compra dos equipamentos que possibilitarão a manutenção e inclusão de lâmpadas no município. Tudo é questão de tempo", finalizou Porfírio.

  O Bonde do MEC Print Twitter Facebook Messenger WhatsApp