Aposta única de Blumenau (SC) acerta as seis dezenas da Mega-Sena


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Com informações de g1-RN
Prefeitos de 19 municípios das regiões Central e Vale do Açu no RN publicaram uma nota conjunta cancelando a realização de eventos carnavalescos em locais públicos em 2022.
Os 19 prefeitos que assinaram a nota são dos municípios de: Afonso Bezerra; Alto do Rodrigues; Angicos; Fernando Pedroza; Assú; Serra do Mel; Carnaubais; Itajá; Ipanguaçu; Paraú; Macau; Pedro Avelino; Pedra Preta; Porto do Mangue; Pendências; Caiçara do Rio do Vento; Jardim de Angicos; São Rafael e Triunfo Potiguar.
De acordo com Reno Marinho, prefeito da cidade de SÃO Rafael e presidente da Associação dos Municípios da Região Central e Vale do Açu Potiguar (AMCEVALE), os eventos que seriam realizados com o dinheiro público não acontecerão.
“Estamos abrindo discussões ainda para a questão de arrastões e de festas nas ruas criadas por pessoas privadas”, destacou Reno.
O documento destaca que a decisão de não realizar festas durante o período de carnaval levou em consideração o aumento dos casos de Covid no RN, relacionados a circulação da variante Ômicron e também por causa do surto de gripe, que tem lotado as unidades de saúde pública em todo estado.
Os municípios informaram ainda que ainda aguardam um posicionamento oficial do governo do estado sobre as festas privadas durante o carnaval.
O aumento exponencial nos casos de Covid-19 voltou a lotar hospitais do Rio Grande do Norte. Na tarde desta segunda-feira (24), 9 hospitais da rede pública de saúde já estavam com 100% dos leitos de UTI ocupados com pacientes em estado grave diagnosticados com coronavírus.
Logo no início da reportagem, a exibição negativa sobre a paralisação das obras no Complexo Turístico Serrote do Jatobá retratou o "lado negro" da atual gestão que, mesmo após com as cobranças por parte dos vereadores da oposição: Gordo do Bar, Célio da Farmácia, Zélia Leite e Leka Frentista, não teve a sensibilidade de obedecer ao princípio da continuidade administrativa, deixando esta importante obra do ponto de vista turístico e econômico praticamente abandonada e, infelizmente, correndo o risco de perder os recursos já alocados através de emenda parlamentares.
De acordo com as declarações do vereador Gordo do Bar, durante a exibição da reportagem, desde o mês de maio de 2021 os parlamentares solicitaram informações, através de Ofício, sobre as duas rescisões de contratos referentes a obra, mas nenhuma informação foi repassada. Segundo ele, existiria R$ 800 mil reais em conta na Caixa Econômica Federal e mais R$ 3 milhões de reais garantidos de emendas parlamentares. No entanto, a letargia e o descaso da Prefeitura de Pau dos Ferros quanto à obra são claríssimos; para não dizer: vergonhosos!
"Sabemos que existe hoje a modalidade tomada de recursos. Se você é um gestor que sucedeu outro gestor que tem uma obra inacabada, além das emendas terem que ser canceladas, o dinheiro que já foi gasto terá que ser devolvido. Já pensou, Pau dos Ferros tendo que devolver R$ 3 milhões de reais destinados para aqui?", questionou o parlamentar.
Contradições nas explicações de engenheiro e prefeita
O interessante é que no tocante a paralisação das obras no Complexo Turístico Serrote do Jatobá as explicações por parte do gerente de engenharia da Prefeitura de Pau dos Ferros, Iure Aires, e da prefeita Marianna Almeida são controversas, já que enquanto ele diz que devido a alta nos valores referentes aos materiais de construção algumas construtoras não estariam querendo assumir a obra, mesmo com uma suposta oferta de ressarcimento da municipalidade; já a gestora alegou que desde o início de 2021 constatou junto ao IDEMA/RN vários entraves para dar continuidade a obra, como uma devastação ambiental que havia sido feita no local sem autorização pelo referido órgão fiscalizador ambiental.
Sofrimento dos usuários do CAPS
A TV Band Natal também informou que, desde outubro de 2021, o adequado funcionamento do CAPS de Pau dos Ferros foi alvo de preocupação dos vereadores da oposição que, através de uma indicação, sugeriram a locação de um imóvel na cidade, já que o município recebe mensalmente do Governo Federal R$ 33 mil reais para que os usuários sejam contemplados com todos os cuidados necessários; especialmente em um ambiente confortável.
Em suas justificativas convenientes, a secretária de Saúde, Kalliane Fernandes, disse que a pasta que comanda está enfrentando dificuldades para encontrar um imóvel em Pau dos Ferros para abrigar os usuários do CAPS, detalhe: enfatizando até que a busca junto as imobiliárias para alugar um imóvel para o determinado serviço se arrasta há vários meses.
Jornalista Anna Ruth Dantas colocou em dúvida explicações oficiais
"Dois comentários. Primeiro: obra parada e obra abandonada é dinheiro público jogado duplamente no lixo. O dinheiro que já foi aplicado e a obra vai se tornar muita cara quando um dia for retomada. Segundo aspecto: Pau dos Ferros é uma cidade estratégica, é um município polo. Me desculpe secretária, prefeita... mas eu não consigo conceber e nem acreditar que não tenha um imóvel na cidade capaz de abrigar o importante serviço do CAPS. É inaceitável que passado mais de um ano do período de gestão da prefeita Marianna, até o momento, a gestora não tenha encontrado um imóvel na cidade polo de Pau dos Ferros, na querida cidade de Pau dos Ferros para abrigar o CAPS e, assim, oferecer legitimamente o serviço que a cidade e a região necessita, merece e precisa", desabafou Anna Ruth Dantas.
A questão é que nas publicações a pauta principal é o volume altíssimo de recursos públicos gastos com diárias em apenas 1 ano, principalmente, quando é realizado um comparativo com as mesmas despesas efetuadas pelo gestor anterior, Leonardo Rêgo, nos últimos quatros anos.
De acordo com a denúncia, em 2021, Marianna Almeida gastou R$ R$ 12.487,50 (Doze Mil, Quatrocentos e Oitenta e Sete Reais e Cinquenta Centavos), valor que, levando-se em consideração os descontos no salário de 16 mil reais recebidos pela Chefe do Executivo, os blogueiros resolveram considerar a, suposta, gastança como uma espécie de 14º salário da gestora em 2021.
Só para se ter um ideia, enquanto Marianna gastou R$ R$ 12.487,50 com diárias, em seu primeiro ano de mandato, Leonardo recebeu R$ 11.474,90 em quatro anos; ou seja uma média de R$ 2.868,75 por ano, que representa quatro vezes menos que o recebido pela atual prefeita, detalhe: apenas no primeiro ano de sua administração.
É bem verdade que faz-se necessária por parte da prefeita Marianna Almeida uma explicação plausível sobre o assunto, até porque o direito de defesa deve ser respeitado por nós da imprensa, tem amparo constitucional e poderá ajudar aos órgãos de fiscalização a entenderem esta indigesta situação.
No entanto, somente uma análise minuciosa por parte do Tribunal de Contas (TCE/RN) e do Ministério Público do Estado (MPRN) poderia confirmar o grau de regularidade nesses gastos da atual gestora dos recursos públicos de Pau dos Ferros.
Aguardemos pelo desenrolar do
Em menos de quatro meses, no dia 4 de maio, termina o prazo para regularizar o título eleitoral, ou mesmo solicitar a primeira via do documento, em tempo para votar nas Eleições 2022. O procedimento é simples, rápido e pode ser feito pela internet, com o sistema Título Net.
O governo do estado anunciou, nesta segunda-feira (10), que os órgãos da administração direta e indireta do Poder Executivo estadual devem encaminhar até o próximo dia 20 de janeiro as informações atualizadas do esquema vacinal contra a covid-19 dos servidores, sob pena de sanções administrativas.


A cada ano, novas esperanças! E como é, de fato, interessante vencermos o calendário de um exercício, iniciarmos outro com novas sonhos, metas e projetos. O dia seguinte, iniciando um novo ano, se apresenta sempre como marco divisor… Alguns até lançam o balizador temporal do ano para “depois do carnaval”, mas, justiça se faça, cada vez mais estamos começando o ano, realmente, em janeiro!
E precisamos começar o ano já trabalhando, produzindo, articulando projetos e negócios… A melhor saída para eventuais crises é pela produção! O Brasil é um país de dimensões continentais com múltiplas e ricas potencialidades. Precisamos emprestar nosso esforço para etapas e exercícios que resultem em produtividade, produtos com agregação de valor, dinheiro circulante, vendas internas e externas, criação e manutenção de empregos formais.
A indústria, em particular, tem um estratégico protagonismo neste contexto, tanto pela produção propriamente dita, quanto pelas ações de sustentabilidade e de responsabilidade social que empreende. A indústria brasileira está preparada para uma etapa mais pujante e efetivamente realizadora. Consequentemente, agricultura, comércio e serviços, igualmente, noticiarão melhores resultados, suscitando, ao final, um crescimento maior que o esperado para 2022.
Para tanto, apesar de todos os esforços já feitos, o Estado precisa construir uma pauta mais ousada em relação a reformas, privatizações e crédito. Uma tarefa, aliás, que precisa ser compartilhada por todos os Poderes Públicos. A pauta de convergência nacional, por exemplo, deve apoiar a Lei de Responsabilidade Fiscal e ajudar aos Governos – nos três níveis – para que tenham recursos financeiros disponíveis para investimentos, fator que estimula e dinamiza a economia. Lamentavelmente a disputa por espaços no Orçamento Público é tão intensa que, não raro, alguns Governos se transformam em “carimbadores de folha de pagamento de pessoal” não, dispondo, neste contexto, de meios para animar a economia com novas obras, projetos e outras iniciativas que valorizem o empreendedorismo ou promovam o combate à miséria e a inclusão social.
A pauta de convergência nacional, caso fosse formatada para 2022, também teria de direcionar mudanças – com regras de transição – para o ambiente tributário brasileiro, ainda muito cheio de entraves e pouco atraente para a produção. Além da busca pela segurança jurídica, a reforma tributária precisa simplificar o processo e a estrutura formal do meio tributário institucional. Neste caso, em particular, a tecnologia pode ajudar significativamente como, a bem da verdade, já o faz. Contudo, ainda sem a simplificação necessária e sem os ajustes devidos para que a produção seja, considerado o princípio da justiça fiscal, ainda mais estimulada.
Se não conseguirmos uma pauta de convergência nacional em torno da produção, pelo menos, aproveitemos o debate eleitoral de 2022 para sabermos, de todos os participantes, o que eles pensam acerca do empreendedorismo e quais medidas efetivas adotariam em favor do desenvolvimento econômico sustentável. Já será um começo!
Fonte: Portal Grande Ponto

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